• Maria Silvana Alves

FORMAÇÕES QUE QUALIFICAM NOSSAS TERAPIAS



Em 2013, quando conclui a especialização em psicopedagogia clínica e institucional, realizei pesquisas e buscas pela internet por metodologias e práticas que favorecessem o desenvolvimento da leitura e da escrita de crianças, adolescentes e adultos com dislexia e, felizmente, encontrei o Método das Boquinhas. Achei-o muito desafiador! Iniciei uma série de cursos, adquiri livros e jogos terapêuticos e fui percebendo o quanto a teoria que havia aprendido nos cursos estavam presentes nos materiais que eu havia adquirido e estava aplicando com meus pacientes.


Ficou muito clara a integração entre teoria e prática e fui sentindo cada vez mais segurança em continuar me aprofundando nesse método, uma vez que ele permite ao terapeuta evidenciar o engajamento dos pacientes com satisfação e contentamento nas atividades que são propostas, pois na medida em que as terapias avançam, os próprios pacientes vão percebendo as suas evoluções. Já se passaram quase dez anos, mas o encanto e o carinho que sinto por esses materiais é o mesmo! São meus companheiros diários e sou leal a cada um deles!


Já abordei em meu blog sobre esse método com vídeos onde mostro jogos e materiais sendo utilizados na prática, mas como tenho recebido novamente vários contatos de pais e outros colegas de trabalho sobre qual método seria mais adequado para intervir nas dislexias, resolvi trazer novamente todos os instrumentos e recursos que fazem uso desse método e que vem apresentando bons resultados com os pacientes! Quando alguém me pede dicas de materiais para ajudar seus filhos, alunos ou pacientes que apresentam dislexia, digo com toda convicção “Boquinha neles”, como diria Renata Jardini, criadora do método.


0 visualização

© 2023 por EU E A DISLEXIA.